sábado, 25 de setembro de 2010

Tudo em seu tempo

Seus olhos eu não vi mais, você se foi. Partida imprevista cuja volta jamais terá. Onde você foi eu queria estar, apenas para ao seu lado o céu fitar, rolar na grama a qualquer hora, mesmo que em qualquer lugar. Ser feliz sem me importar é o que eu mais quero, sendo assim não se vá pois tudo há de se realizar.

Anna Molly, annomally


Por fora perfeita, mas por dentro era diferente de tudo o que todos pensavam, de tudo que eu imaginava que pudesse ser. As coisas fluíam ao seu redor assim como tudo de mais doce e verdadeiro prosperava. Ela não era cega, apenas não podia ver, não era feliz com tudo o que tinha e não tinha mais amor. Até que um dia um alguém lhe escreveu uma carta, curta e com poucas palavras, porém com muita delicadeza. Este alguém pode doar-lhe uma palavra, a palavra que estava destacada e que a faria ver as coisas de um modo melhor. Esperança, uma palavra essencial na vida de todas as pessoas, mas infelizmente uma palavra que nos dias de hoje não está inclusa no vocabulário de uma grande maioria. A carta era pequena e não havia remetente, ela cheirava a felicidade e por instantes Anna pode esquecer toda a tristeza que havia guardado. Ela sentia um grande peso em suas costas, o nome deste peso era passado. Sabia que precisava deixar este peso, e que isso não a faria bem, mas o que poderia levar no lugar do passado? Até que recebeu uma outra carta, contendo outra palavra destacada. Confiança. Ela pensou, e decidiu viver o presente sem levar dor nenhuma, decidiu viver sua vida e abrir seus olhos. Redescobriu o amor, e com isso se fortaleceu, ela estava completa, estava perfeita por dentro e por fora. Ela levava sempre a delicadeza e a simplicidade, ela era parte da natureza, a parte mais bonita dela.

sábado, 11 de setembro de 2010

i just haven't the answers

Eu queria que tu sentisse pelo menos um terço da imensa raiva que eu sinto. Raiva que invade o meu peito, faz o meu coração acelerar de um modo sem explicação e apenas me fazendo optar por gritar, o choro vem antes que eu possa pensar e minha garganta se cala, se fecha com um nó que não se desfaz. Os pensamentos obscuros que tenho não são pensamentos normais, e não me orgulho disso, apenas me calo mais uma vez. Me fechar com certeza não é a solução de todos os problemas que eu tenho, mas me abrir não é algo que todos entendam como eu entendo. Mais uma vez me preocupo por não saber o que realmente fazer, mas ainda acredito que quando souber eu farei a coisa certa, pois todo esse teatro já está me cansando, o "faz de conta" é algo que eu não quero fazer. Você precisa saber que todas as mentiras contadas, assim como, não me atraem, não me dão motivos para continuar com essa peça de teatro.

September, 12th


O que se passa na tua cabeça eu queria saber.
O que tu sente eu queria sentir.
A noite em Setembro é fria, como você.

O dia é quente, mas parece não me aquecer.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Oh darling, it will be fine...

O que seria importante se agora nada mais importa? Nada mais me resta, a não ser o coração. Quebrado, deprimido, silencioso quando tudo o que quer é gritar infinitamente.
O vazio que eu sinto já não se preenche mais, pois quase explode de dor, sofrimento e ódio. Não mais me importar é algo intrigante, importante. Estranho, diferente, e de nada posso fazer. O anormal me atrai de um modo em que todos os meus sentimentos se confundem e já não posso mais decifrar se é amor, ou ódio.
Mas tudo é vazio, de um certo modo e de um modo certo.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

emotion intense




Sometimes i can't stop think of you.